Walmart fará investimento recorde no Brasil

Núñez diz que relevância do País fica cada dia mais forte dentro da rede. A cifra será anunciada na próxima semana

Estado de São Paulo – 17.12.2009 – Caderno de Economia 

Na próxima semana, o presidente do Walmart, Héctor Núñez, deve anunciar o maior investimento da rede no País. A cifra é mantida em segredo. O Brasil, ao lado da Índia e da China, está entre as subsidiárias que mais recebem dinheiro da matriz. A compra do controle das Casas Bahia pelo Pão de Açúcar só tornou ainda mais evidente a necessidade de apostar alto no mercado. “A relevância do Brasil no Walmart cresce a cada dia. Tem um país que verdadeiramente está virando um país de classe média”, diz Núñez. O executivo também está entusiasmado com o sucesso da operação da internet. Novato na rede, Núñez diz que o Walmart já vende hoje o planejado para meados de 2011. A seguir, os principais trechos da entrevista:

Com a compra do controle das Casas Bahia pelo Pão de Açúcar, a distância entre vocês ficou abissal. Como o Walmart pretende contra-atacar?

Não vou comentar ações da concorrência. O que posso dizer é que os nossos investimentos serão bastante agressivos, recordes na história do Walmart no Brasil. Se sua pergunta é: “Estão interessados em fazer aquisições?”, sempre estamos abertos para ouvir e ver oportunidades para crescer no Brasil. Hoje, não temos nada sendo avaliado.

Nos últimos meses muito se falou de uma eventual aquisição da filial brasileira do Carrefour pelo Walmart. Houve alguma conversa?

Não posso comentar absolutamente nada. O Carrefour tem de cuidar do Carrefour e o Walmart tem de cuidar do Walmart.

Como o Brasil está sendo visto pela matriz, sobretudo agora, com perspectiva de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos?

O Brasil sempre foi importante no portfólio geral da empresa. Isso ficou evidente com as aquisições que fizemos em 2004 e 2005. E mais evidente ainda neste ano, um ano de crise, que investimos R$ 1,6 bilhão para abrir 90 lojas.

R$ 1,6 bilhão = US$ 1 bilhão que corresponde à menos de 9% do alucro anual do Wall Mart reportado em 2009. O Wall Mart  possui vendas anuais de mais de  US$ 400 bilhões – aproximadamente 25% do PIB brasileiro !!!!

Estão “escolhendo” se optam por crescimento orgânico ou se crescem por consolidação (comprando os concorrentes)…

 

Rua Santa Efigiênia ( ou Ifigênia) (ou não !)

Sábado – 13:00 – chuva

Camelô vendendo jogos de video game DE FUTEBOL piratas (ou não ?) grita

Aqui tem PALMEIRAS NA LIBERTADORES !!!!!!!! 

este cara merece a bola de ouro da CBF e do Placar…é a melhor do ano…

http://www.youtube.com/watch?v=jKsTy-hAobA

Acho que nosso amigo Lula está doente !!! Não é possível !!!! O cara perdeu completamente a compostura !!!!

Grande movimento a compra da Casas Bahia pelo Grupo Pão de Açucar. Consolidação do varejo brasileiro à espera do Wall Mart – que é o inimigo a ser batido.

Os demais participantes viraram meros coadjuvantes e perderam valor nesta corrida. Agora – todos irão tentar se oferecer para o Gigante brasileiro ou para o Monstro americano. São os players que contam.

O Carrefour perdeu a corrida e já deve estar nomeando algum banco de investimento frances para vender sua operação no Brasil. Magazine Luiza  deve estar conversando com a Estáter para ver como pode fazer um acordo com o Abílio Diniz.

Esta é uma corrida com dois competidores. Os demais terão que se posicionar de acordo com os movimentos dos líderes. Tal qual no segmento de varejo bancário,  no ambiente do varejo também a economia de escala fala mais alto e garante a sobrevivência.

No mercado ingles – o CADE local impede esta concentração e administra o tamanho dos competidores de forma a associar rentabilidade dos players e poder de barganha ao consumidor. Tanto que as fontes de crescimento dos varejistas ingleses estão fora da Inglaterra. Vejam as expansões do Boots e do Tesco.

Por aqui, o pragmatismo do nosso CADE é complacente com a concentração como forma de assegurar qualidade e poder ao consumidor. Se o CADE pulverizar o mercado exigindo vários competidores – evitando desta forma a concentração – vai fragilizar a todos – empresas e consumidores – neste mercado minúsculo que é o mercado brasileiro. Empresas fragilizadas são um campo fértil para a internacionalização do mercado local – o que aliás já é uma realidade com excessão do mercado financeiro por causa das fortes presenças dos bancos estatais. Não me surpreenderia Itau e Bradesco serem desnacionalizados num futuro recente.

O setor do varejo de alimentos é dominado por franceses e americanos: Carrefour, Casino e WallMart.

O setor de materiais de construção é dominado por franceses : Telhanorte e Leroy Merlin

Com o movimento desta semana o varejo de eletrônicos passa a ser dominado pelo Casino

E o movimento de concentração só tende a aumentar com o avanço do e-commerce. Comprar na Livraria Cultura ou na Amazon será totalmente indiferente para o consumidor. Um site da Amazon em portugues, com uma logística local só depende de escala do mercado brasileiro. Fica aí mais um desafio para os órgãos reguladores que até hoje tem suas ações limitadas  ao desenho de suas fronteiras !!!

http://www.youtube.com/watch?v=hOXOsZp8YFo

Meus amigos,

A coisa está ficando relamente complicada. Se é este cara que vai passar votos para a Dilma – temos que repensar a Dilma.

Não é perseguição !!!! O Lula é pragmático, é lunático, é visionário mas acho que ele está ficando doente…

Sob o título “Deterioração de Fundamentos x Market Timing” o gestor de fundos e empresário Luis Stuhlberger em relatório de Gestão do fundo CSHG Verde em Outubro de 2009 indica suas preocupações com uma certa “tendência” à reversão de tendências no quadro econômico e institucional brasileiro. Mais precisamente ele está preocupado com

  1. as baixas taxas de crescimento históricas do Brasil em relação aos demais países,
  2. a maior participação dos bancos públicos no mercado de crédito,
  3. a força da Petrobrás e o desenho do marco-regulatório do Prá-sal,
  4. a intenção do governo de fortalecer a Eletrobrás e a Telebrás,
  5. as investidas contra a Vale do Rio Doce

E termina o seu artigo com uma pergunta

A angústia é “when and if” os mercados e agências de rating iraõ punir os ativos brasileiros pela contínua deterioração fiscal, populismo, assistencialismo, perda de competitividade, etc…É muito difícil dar uma resposta.

As identificações acima são totalmente corretas. As preocupações legítimas e de acurado senso de percepção.

Minha análise entretanto é que estas manifestações não são novas e não representam reversão de expectativas ou de curso de pensamento político.

O Brasil é um frágil exportador de commodities. Frágil pois depende dos preços mundiais destas commodities para equilibrar suas contas externas. Isto desde que os Portugueses aqui aportaram. Nunca tivemos um mercado interno forte, pujante, que fosse auto-sustentado. Em nenhum momento da nossa história econômica sobrevivemos com as nossas próprias forças. O brilhante e consagrado livro do brasilianista Thomas Skidmore – De Getúliol a Castelo – escrito na década de 60 já reportava magnificamente os ciclos políticos brasileiros alinhados com as oscilações de nossa balança comercial e com o fluxo de capitais externos. Nunca tivemos ideologia, ao contrário - sempre fomos pragmáticos ! Esta é a essencia da história do Brasil. E de todos os BRIC.

Naquele tempo não tínhamos um mercado de capitais desenvolvido e um flu xo de capitais livre e instantâneo como temos hoje. Os ciclos econômicos eram “fabricados” pelos governantes e pelas humores das alianças políticas que eles conseguissem desenvolver.

Tal como no período de Skidmore, a economia brasileira é bastante frágil ! Depende fundamentalmente do cenário internacional para ganhar fôlego para o seu crescimento. Assim como na época dos portugueses – vivemos da exportação de produtos naturais e produtos à base de sol, água e fertilizantes.

Somos competitivos nas commodities mas não temos a menor chance de sermos competitivos com os chineses nos produtos que tenham um certo grau de mão de obra. Nossa mão de obra barata é caríssima para os padrões chineses. Nossa mão de obra qualificada equivale ao preço da mão de obra européia e americana.

O fato “novo” – que também existiu na década de 50 – é que o sucesso das exportações de commodity valoriza o Real e diminui ainda mais a competitividade da nossa mão de obra.

E como sempre –para resolver esta fragilidade – o governo entra para defender nossas reservas naturais, proteger nossos mercados e tentar manter o poder político sobre a atividade empresarial local. Assim fizeram os europeus durante décadas. E – nesta crise de 2008 fizeram os europeus continentais e os anglo saxões dos dois lados do atlântico. Não há nada mais poderoso do que um Estado Protetor…

E isto não é novidade e não deveria surpreender o calejado e bem sucedido Luis Stuhlberger… Dá para conviver com isto e – principalmente – esta ação protetora do estado aumenta nosso “rating”. Sempre foi assim e assim será. Desde os tempos dos portugueses.

Como dizem João Grilo e Chicó no Auto da Compadecida : “Num sei, só sei que foi assim”

 

Que coisa hein !!! quem diria que pessoas de reputação ilibada tenham perdido o título mais ganho da história do campeonato brasileiro.

Esta vai para os anais dos casos de má gestão ! Ou de falta de gestão ! é isto que dá… cada macaco no seu galho…

É uma pena pois várias pessoas de boa fé embarcaram nesta… inclusive meu amigo Eduardo Bom Angelo. Ele se lembra bem quando eu disse – há 8 rodadas atrás – que a coisa estava mal parada. Que o Muricy estava sem controle do time. Que a tática era fazer uma a zero e montar duas linhas de quatro…para segurar o resultado… 

Ele me disse – se ganharmos do Avaí e do Náutico tá pronto !!!! Esta auto-confiança de quem está no poder é mortífera. Todos estavam vendo que havia problemas sérios. O time não jogava, a instabilidade emocional era crescente. Passaram a perder pontos bobos dentro de casa. Aquele empate com o Sport Recife foi vergonhoso.

Enfim… como sempre –

uns percebem e falam,

outros percebem e não falam,

outros ainda nem percebem e portanto não  fazem coisa alguma.

É a soberba…ela sempre nos pega…!

cuidado quando estiverem em situações como esta na gestão de seus negócios, times de pessoas ou mesmo da sua vida pessoal.  Isto está nos manuais de gestão : Acomodação do Líder !!!!

Infelizmente, nós palmeirenses temos que reconhecer - o Corinthians foi bem melhor administrado…(ao som de não para!, não para!, não para!)

De repente eu virei a pagina de um livro e o Santa Cruz virou uma pagina de mim.

Ana Celina Tiburcio Dias Belotti

18 anos – formanda do 3o. colegial do Colégio Santa Cruz…

Revista Exame – 21.10.2009 – No. 20

“As gravadoras acabaram. Felizmente”

João Marcello Bôscoli, executivo da indústria musical diz que as empresas que ainda vivem da venda de álbuns estão a um passo da extinção

Por Tiago Maranhão | 15.10.2009 | 00h01

Fundador e presidente da gravadora Trama, o executivo João Marcello Bôscoli, de 39 anos, está preparando os 400 álbuns produzidos pela empresa para ser oferecidos de graça pela internet em 2010. Na entrevista a seguir, ele fala por que o modelo de negócios baseado exclusivamente na venda de discos faz parte do passado.

1) Se a Trama está dando de graça seu principal patrimônio, que são as músicas dos artistas contratados, como vai ganhar dinheiro?
As vendas de mídias físicas, como os CDs, representam hoje apenas 14% de nosso faturamento. Criamos um modelo no qual as pessoas baixam músicas de graça e o artista recebe o pagamento via patrocínios captados pela Trama. Além disso, produzimos shows, programas de rádio e TV, temos nossa editora, agenciamento de artistas, fazemos licenciamentos e temos nossos estúdios.

2) Que tipo de empresas se interessam por esses patrocínios musicais?
Os principais anunciantes de mídias tradicionais, como revistas, jornais e televisão, também são os principais interessados por esses projetos. Já fizemos parcerias com empresas como a Volkswagen, a Natura, a Vivo e a Microsoft.

3) Qual o retorno de uma empresa que patrocina um álbum?
A música gera um laço emotivo perene. As empresas que patrocinam projetos procuram pegar carona nessa relação especial entre o ouvinte e o artista.

4) Nesse novo modelo de negócios, ainda há espaço para grandes gravadoras e conglomerados como a Warner dos anos 80?
As gravadoras acabaram. Felizmente. Pelo menos no sentido de empresas que vivem de vender música, como era no passado. Há espaço para o surgimento de outras grandes empresas no setor, mas não com essa mesma mentalidade.

5) Onde as gravadoras erraram?
Elas começaram a morrer quando declararam guerra à internet. Foi uma burrice, equivalente a uma fábrica de velas tentar processar Thomas Edison por inventar a lâmpada. O trânsito de arquivos musicais na internet é uma coisa sem volta. Como explicar a um adolescente de hoje a ilegalidade do MP3?

6) Os artistas não vão ficar a ver navios num mundo onde ninguém paga por suas músicas?
Alguém sempre pagará pelas músicas, mas não necessariamente o público. E a maior receita dos artistas sempre veio dos shows e não dos discos.

7) As gravadoras e os CDs vão deixar saudades?
As novas empresas do setor, em vez de basear seu negócio na venda de uma única mídia, o CD, vão ter de diversificar sua atuação. E o momento é bastante oportuno. A música hoje está mais presente na vida das pessoas do que nunca. Em games, computadores, celulares, players digitais portáteis e outros lugares onde nunca esteve antes. Quanto ao CD, basta lembrar que ele risca, o encarte rasga e o estojo desmonta. Alguém vai sentir saudades de um negócio desses?

Assim como nesta “profecia” existem inúmeras outras que geram negócios interessantes e movem os empreendedores. As profecias normalmente ocorrem bem antes da realidade as processarem. Este “timing” é cruel para com os empreendedores. Eles tem que agir rápido demais para aproveitarem as vantagens do “first mover” ou a realidade é mais lenta e eles podem “amadurecer” antes do mercado realmente capturar a idéia na qual eles gostariam de surfar.

Há inúmeros exemplos dos dois casos na história empresarial. Esta relação Inovação versus Hábito de Consumo requer um timing quase perfeito para tornar os inovadores um sucesso empresarial. Esta é razão fundamental pelo qual os mercados nunca alcançam o equilíbrio perfeito. Sempre haverá uma inovação e um empreendedor disponíveis para perturbar a ordem vigente.

Desde 1998 – 2000 com o advento da internet e das “ponto com” o mercado assiste a transformações estruturais na forma de consumir. A “compra on line” cresce permanentemente – na medida em que o consumidor aprende a “comprar on line” e os fornecedores aprendem a “vender on line”. Substituir o ato de tocar o produto desejado, a experimentação, a análise visual, reputação do lojista… são desafios complexos  que o comércio virtual tem procurado superar.

O fenômeno mais óbvio de sucesso na transformação de hábitos de consumo, além da música é o da compra de livros. O comércio online cresce diariamente ! Mesmo este sucesso convive com a resistência dos consumidores que adoram o hábito de perambular por livrarias. As quais aliás estão se transformando em ponto de encontro e convivência para estimular o consumo físico. Nada como ir á uma grande livraria, num domingo chuvoso e perambular pelas estantes tomando um sorvete ou um chocalete quente. Tudo pode acontecer num momento descontraído como este !!!!




Cristina Kirchner cede para aprovar lei de radiodifusão

SÃO PAULO - A presidente argentina, Cristina Kirchner, promoveu ontem uma manobra estratégica ao anunciar que removerá da polêmica lei de radiodifusão a possibilidade de as companhias telefônicas participarem do novo mapa das empresas de mídia na Argentina e controlarem TVs a cabo. A presença das telefônicas provocava a rejeição dos parlamentares de esquerda e de centro-esquerda, grupo crucial para aprovar a nova lei, já que o governo está com um número apertado de deputados para conseguir sua aprovação. “Desta forma, eliminamos qualquer dúvida que alguns setores tinham”, afirmou Cristina durante uma breve entrevista coletiva. Os aliados do governo pretendem debater e votar ainda nesta semana o projeto na Câmara de Deputados.

A lei que Cristina e seu marido, o ex-presidente Néstor Kirchner, querem aprovar reduz o número de licença dos atuais grupos de mídia – aos quais também impõe limites geográficos -, aplica um férreo controle do Poder Executivo sobre as concessões de licença e favorece a presença de sindicatos e organizações sociais (tradicionalmente aliados dos Kirchners) na mídia.

A oposição argumenta que a nova lei restringe a liberdade de imprensa, enquanto a presidente sustenta que elimina monopólios do setor, principalmente do Grupo Clarín – detentor de emissoras de TV aberta e a cabo e de rádios, além de jornais diários de circulação nacional especializados em economia e esportes -, com o qual o governo está em pé de guerra há um ano. A oposição pretende adiar a votação para dezembro, quando toma posse o novo Parlamento, no qual o governo será minoria.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Esta notícia revela como as mudanças tecnológicas, que influenciam drasticamente o nosso cotidiano, provoca embates desnecessários e non-sense.

Gente – a real discussão é que o consumidor CONSOME vídeo, banda larga e voz (VoIP – voice over IP que é telefone pela Internet)

Na verdade – o consumidor do futuro consumirá BANDA LARGA – e nela terá vídeo e VoIP.

Televisão é coisa do passado… pois teremos televisão na Internet – como já escutamos estações de rádio na internet hoje.

E como já vemos qualquer coisa no You Tube.

O que hoje chamamos televisão ficará restrito às transmissões ao VIVO… como as emoções da brilhante vitória do Del Potro ontem no US OPEN – a qual a Cristina pode ter VISTO tanto do seu celular, como da sua televisão. mas,  se perdeu a transmissão ao vivo… certamente viu na Internet – horas depois.

Vídeo is not KING anymore. Banda Larga is the new King… na Banda Lat=rga vemos qualquer coisa…a qualquer tempo.

Portanto a discussão se vai haver concessão de telefonia (fixa ou celular) ou tv a cabo é um “non issue”. É totalmente irrelevante.

Se você tem acesso a banda larga – imediatamente você tem acesso ao Skype e pronto – fala com quem quiser….TEM TELEFONIA – seja de graça seja tarifado.

Portanto – estes critérios atuais de concessões estão fora do contexto !  A barreira de entrada é o acesso à banda larga seja fixa ou móvel. Seja por fibra ótica ou por uma “nuvem” wireless. Esta é a real discussão. O resto é nhenhenhem….de político populista intencionalmente mal informado…

Mas na verdade o que está em jogo neste neo-populismo latino  americano (Chaves, Kirschner, Evo, etc) em tempos de banda larga  é o conteúdo do Clarín – que é frontalmente contra as idéias do casal Kirchner. E – em tempos de banda larga – precisam avisar o “casal 20″ que é imposível controlar conteúdo. À menos que se faça a censura total à internet como os chineses o fazem.


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